Na Justiça Militar da União (JMU), seja no Superior Tribunal Militar (STM) ou nas Auditorias da primeira instância nos estados, iniciativas concretas, por meio de políticas institucionais, promovem permanentemente o respeito, a igualdade de oportunidade e a dignidade da mulher.
Práticas voltadas para o público interno, mas com abrangência no cenário nacional a partir da promoção e realização de seminários, congressos e debates sobre a importância e necessidade de naturalizar e normalizar condutas civilizatórias e pró-equidade de gênero.
São vários os canais da Justiça Militar que trabalham com foco na construção de uma justiça igualitária, com vistas à promoção de um Estado democrático que valoriza o papel da Mulher.
Entre esses canais comprometidos com a política de igualdade de gênero na JMU estão o Observatório Pró-Equidade, a Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação (Comprev) e a Ouvidoria da Mulher.
A despeito dos avanços registrados nos últimos anos, os desafios ainda são muitos para vencer as desigualdades e preconceitos, como alerta a presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha:
“A inserção da mulher no mundo do trabalho, de uma forma geral, não conseguiu, até a atualidade, superar dessemelhanças de acesso, remuneração e reconhecimento. As desigualdades e os preconceitos insistem em persistir”, afirma a ministra, sugerindo: “A desigualdade em desfavor das mulheres sugere a necessidade da adoção de ações afirmativas” – como, por exemplo, a aprovação de cotas para preenchimento de cargos de poder na política, na magistratura e em diversos outros campos do trabalho.

