ALINE DIAS PAZ ROGERS

Ministros do Superior Tribunal Militar (STM) defenderam nesta segunda-feira em Lima, no Peru, a importância da Justiça Militar da União (JMU) para a celeridade e rigor dos julgamentos de crimes militares.

Em evento promovido pelo Fuero Militar Policial, o correspondente peruano à Corte Militar no Brasil, a ministra-presidente do STM, Maria Elizabeth Rocha, fez uma ampla explanação sobre o funcionamento da JMU, destacando que sua atuação preserva a hierarquia e a disciplina dos integrantes das Forças Armadas.

Segundo ela, a especialização dessa Justiça assegura decisões mais adequadas à realidade castrense, o que não seria plenamente alcançado pela Justiça comum: “Justiça tardia é justiça falha, e, no âmbito do direito penal militar, a demora processual pode ser fatal para a integridade das Forças Armadas, instituições nacionais permanentes.”

Maria Elizabeth reafirmou o rigor nos julgamentos e rechaçou a ideia de que há um viés corporativista no Tribunal:

“O primeiro obstáculo é superar o estigma de “justiça corporativa”. As estatísticas demonstram rigor na aplicação da lei penal militar, não admitindo impunidade quando comprovadas autoria e materialidade. Tal rigor visa proteger a instituição armada e os princípios da hierarquia e da disciplina”.

Ela se refere às estatísticas que apontam reprovação de condutas impróprias de oficiais militares em cerca de 90% dos processos julgados no STM – quando são avaliadas representações de indignidade e incompatibilidade dos militares com o Oficialato.

Além da presidente, o ministro do STM general de exército Guido Amin Naves também participou do evento que contou com a presença de magistrados e autoridades de tribunais superiores do Peru. Em sua palestra, o ministro Amin falou sobre “A Classificação dos Crimes Militares no Brasil”, ressaltando que “o papel do Tribunal não é julgar militares, mas os crimes militares”.

A programação na corte militar peruana incluiu a condecoração dos ministros do STM com a “Orden Fuero Militar Policial no Grau de Gran Oficial” promovida pelo seu presidente Darío Vásquez Rojas. Estiveram na cerimônia diversas autoridades dos meios jurídicos e acadêmicos do país, incluindo a presidente do Tribunal Constitucional do Peru, Luz Pacheco Zerga, e o professor José Félix Palomino Manchego, decano da Faculdade de Direito e Ciências Políticas da Universidade Nacional Mayor de San Marco.

Para a presidente do STM, a condecoração simboliza a missão da JMU: “A busca por uma justiça especializada que compreende as peculiaridades da vida militar, mas que nunca se afasta do ideal democrático e dos direitos fundamentais e humanos”.

 

 

 

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 O Superior Tribunal Militar (STM) concluiu, nos últimos oito anos, 97 processos de Conselho de Justificação e Representação por Indignidade ou incompatibilidade para o oficialato, procedimentos que podem resultar na perda do posto e da patente de oficiais das Forças Armadas. A média é de mais de 11 casos por ano.

De acordo com levantamento interno do próprio Tribunal, disponível na internet, entre janeiro de 2018 e novembro de 2025, foram analisados 96 processos. Em mais de 86% dos julgamentos (84 casos), o desfecho foi pela cassação da patente e do posto.

A maior parte dos casos envolveu oficiais do Exército (63 processos), a maior Força. Oficiais da Aeronáutica responderam a 18 processos e da Marinha responderam a 16 processos no período.

Entre as patentes atingidas, destacam-se 14 coronéis e 10 tenente-coronéis do Exército, além de cinco (5) capitães da Aeronáutica e cinco (5) capitães-tenentes da Marinha, que perderam posto e patente após decisão da Corte, além de outros postos, como tenentes e majores.

O STM reforça que esses julgamentos representam instrumento essencial para zelar pela honorabilidade, disciplina e conduta ética dos oficiais das Forças Armadas, para a manutenção da hierarquia e da disciplina, pilares fundamentais.

Veja os números de processos julgados nos últimos anos:

  • 2025 (até 5/12): 17 casos*
  • 2024: 17 casos
  • 2023: 11 casos
  • 2022: 11 casos
  • 2021: 18 casos
  • 2020: 8 casos
  • 2019: 8 casos
  • 2018: 6 casos

A Presidência do Superior Tribunal Militar (STM) participou, nesta sexta-feira (28), do X Fórum de Presidentes de Cortes Supremas do Mercosul, iniciativa voltada a fortalecer o papel dos Poderes Judiciários no desenvolvimento institucional do bloco. O encontro busca ampliar os mecanismos de integração e aprimorar a resolução de controvérsias entre os países membros, reforçando a cooperação jurídica do Mercosul.

Delegações de tribunais constitucionais e supremas cortes do Mercosul e de outras nações sul-americanas debateram sobre democracia e macrocriminalidade e fronteiras, com destaque para a necessidade de cooperação mais ágil entre os países no enfrentamento ao crime organizado.

O STM esteve representado no evento pela ministra-presidente ministra Maria Elizabeth Rocha e os juízes auxiliares da Presidência do Tribunal Bárbara Lívio e Flávio Albuquerque Freitas. 

Na abertura dos debates, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que o atual cenário demanda maior articulação entre os países. Além de alertar para discursos que colocam em risco a democracia constitucional, o ministro afirmou que a consolidação do Mercosul passa, necessariamente, pela construção de confiança institucional entre as cortes e pelo compromisso comum com a defesa dos direitos fundamentais. Ele ressaltou que a evolução histórica do bloco ampliou sua atuação para além da integração comercial, tornando a proteção do Estado Democrático de Direito uma de suas principais bandeiras.

A presidente Maria Elizabeth Rocha, ao abordar a questão da criminalidade nas fronteiras, afirmou que a presença do Estado é a primeira barreira contra avanços das organizações transnacionais, e que na Amazônia brasileira as Forças Armadas atuam como a personificação da soberania do Brasil em áreas onde instituições públicos nem sempre chegam.

Ela também apontou a necessidade de intensificar a colaboração entre as cortes, com instrumentos mais céleres de comunicação e a consolidação do “juiz de ligação”, a fim de aprimorar a resposta institucional aos crimes transfronteiriços.

“Necessitamos de magistrados que dialoguem diretamente com seus pares nos países vizinhos, facilitando o intercâmbio de informações processuais e a execução de medidas urgentes. Precisamos substituir a lentidão das cartas rogatórias tradicionais por canais seguros e diretos de comunicação entre os nossos tribunais para questões de fronteira. A tecnologia já permite isso; o que nos falta é ousadia institucional para implementar”.

 

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Eventual Representação por Indignidade ou Incompatibilidade para o Oficialato é iniciativa do Ministério Público Militar

O Superior Tribunal Militar (STM) recebeu nesta quarta-feira (26) ofícios eletrônicos do Supremo Tribunal Federal (STF) informando sobre a conclusão da Ação Penal 2668 (trânsito em julgado) que relaciona processos contra cinco oficiais militares.

O STM informa que os ofícios serão encaminhados à Procuradoria-Geral da Justiça Militar.

Eventuais representações por Indignidade ou Incompatibilidade para o Oficialato são de exclusiva iniciativa do Ministério Público Militar (MPM). A partir desta eventual provocação, o STM se pronunciará.

Na Constituição Federal

Conforme estabelece a Constituição Brasileira, é prerrogativa do Superior Tribunal Militar a apreciação, em caráter jurisdicional, de Representação por Indignidade ou Incompatibilidade para o Oficialato, como previsto no Artigo 142, § 3º, VI.

De autoria do Ministério Público Militar (MPM), as citadas representações são passíveis contra oficiais das Forças Armadas condenados, em sentença transitada em julgado, à pena privativa de liberdade superior a dois anos — por crime militar ou comum.

Desta forma, o oficial condenado poderá ser submetido a esse procedimento no STM, desde que haja representação do MPM. Cabe à Corte Militar, no entanto, decidir apenas sobre a idoneidade e dignidade do oficial, não reavaliando o mérito de condenação já proferida.

Uma condenação no julgamento de honra no STM que pode resultar na perda do posto e da patente de oficiais militares, sendo da ativa ou não.

Conforme já afirmou em outras ocasiões a ministra-presidente do STM, Maria Elizabeth Rocha: “A atuação do Tribunal depende de prévia provocação do Ministério Público Militar, sendo inviável qualquer atuação ex officio. O STM exerce função eminentemente jurisdicional; a execução das decisões, como a eventual perda de posto e patente, ocorre no plano administrativo, a cargo do Comando Militar da Força a que pertence o oficial condenado”.

Além da previsão constitucional, a ação de Indignidade ou Incompatibilidade para com o oficialato é regulada pelo Código Penal Militar (artigos 98 a 104), pelo Estatuto dos Militares (artigos 118 a 120) e pelo Regimento Interno do STM (artigos 115 a 117).

Trata-se de medida de relevância para a carreira militar, destinada a proteger a honra, a disciplina e a hierarquia das Forças Armadas, assegurando, em equilíbrio, a dignidade da farda e os direitos fundamentais dos militares.

O STM é composto por 15 ministros — dez militares (quatro do Exército, três da Marinha e três da Aeronáutica) e cinco civis. A decisão da Corte Militar ocorrerá em julgamento público no plenário.

Quando o STM receber as eventuais representações contra os apenados na Ação Penal 2668, a presidência do Tribunal providenciará o sorteio do relator (ou relatores) do caso, que, sem prazo definido, apresentará seu voto em plenário para apreciação dos 14 ministros.

Como presidente do julgamento, a ministra-presidente do Tribunal só votará em caso de empate, com o seu voto sendo pró-réu, conforme estabelecido no Regimento Interno do Superior Tribunal Militar.

O recesso do Judiciário começa no próximo dia 19 de dezembro e, muito provavelmente, este eventual julgamento acontecerá no próximo ano.

ASCOM/STM – 26/11/2025

 O Superior Tribunal Militar (STM) realizará, nesta quinta-feira (27), o I Fórum de Mulheres Juristas, uma iniciativa do Comitê Pró-Equidade e de Políticas Antidiscriminatórias do Tribunal.

O Fórum tem como propósito inaugurar um diálogo público nacional sobre a participação das mulheres nos espaços de decisão do Sistema de Justiça, reunindo palestrantes de renome para discutir desafios, perspectivas e caminhos de fortalecimento da presença feminina no campo jurídico.

A abertura do evento será conduzida pela presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha, que apresentará uma exposição sobre o impacto da ausência do feminino nas cúpulas do Sistema de Justiça à delimitação das Políticas de Estado.

Com início às 13h30, o Fórum reunirá magistradas, advogadas e especialistas em um encontro estruturado em quatro blocos temáticos e será aberto à imprensa.

Veja a programação

 

DATA: 27 de novembro

HORÁRIO: 13h30

LOCAL: Auditório do Superior Tribunal Militar – Brasília/DF

 

O Superior Tribunal Militar (STM) tornou pública uma alteração pontual no Edital nº 15 – STM, que rege o concurso público para o provimento de vagas e formação de cadastro de reserva nos cargos de Analista Judiciário e Técnico Judiciário da Justiça Militar da União (JMU).

O Edital nº 16 – STM, publicado hoje (26) no Diário Oficial da União, informa que o resultado final do certame foi homologado pelo Plenário do STM e que o prazo de validade do concurso tem início a partir da data de publicação do documento - ou seja, 26 de novembro de 2025.

As demais disposições seguem inalteradas.

Participe nesta quinta-feira (27) do I Fórum Nacional das Mulheres Juristas, promovido pelo Superior Tribunal Militar em sua sede, em Brasília. O evento é organizado pelo Comitê Pró-Equidade e de Políticas Antidiscriminatórias.

O Fórum tem os seguintes objetivos:

- Sopesar os desafios enfrentados pelas mulheres no campo jurídico;

- Discutir os avanços e perspectivas da atuação das juristas;

- Fomentar a criação de redes de apoio mútuo;

- Incentivar a cooperação interinstitucional entre as profissionais.

A programação começa às 13:30, no Auditório do STM, e se estende até às 19:00, e contará com palestrantes de renome que você conhecer nas imagens abaixo.

As inscrições para as modalidades presencial e online podem ser feitas aqui.

Inscreva-se!

 

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O Superior Tribunal Militar promove hoje (24) o Seminário Internacional “Formas Inovadoras de Combate à Violência: A Importância da Defesa para a Garantia dos Direitos Humanos”, na sede do Tribunal, em Brasília, das 13:30 às 18:00.

ASSISTA AO VIVO AQUI

O evento marca o lançamento do Programa Diálogos Globais, iniciativa do Comitê de Governança e Relações Internacionais que visa aproximar o STM de instituições e especialistas nacionais e estrangeiros, fomentando o intercâmbio técnico, acadêmico e institucional sobre temas estratégicos de defesa, governança e direitos humanos.

O seminário reunirá magistrados, servidores, militares, acadêmicos, diplomatas e especialistas em geopolítica, defesa e direitos humanos para um debate plural e estratégico sobre o papel transformador da Justiça no século XXI.

Programa Diálogos Globais

Num contexto global em transformação, em que as fronteiras entre segurança, justiça e dignidade humana se entrelaçam, o Programa Diálogos Globais surge como um espaço permanente de reflexão e cooperação internacional, reforçando o papel da Justiça Militar da União na construção de instituições mais transparentes, eficazes e humanizadas, alinhadas ao ODS 16 da Agenda 2030 das Nações Unidas.

Participe do Seminário. A Justiça é global — e começa no diálogo.

 

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A Câmara dos Deputados celebrou nesta quarta-feira (18) quatro anos de vigência da lei que reforça a proteção da dignidade das vítimas durante o processo judicial - Lei 12.245 de 2021, batizada de Lei Mariana Ferrer. A sessão solene foi presidida pela deputada Delegada Ione (Avante-MG).

O evento reuniu autoridades do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e representantes da sociedade civil. O ministro do Superior Tribunal Militar Artur Vidigal de Oliveira, a juíza auxiliar da presidência do STM Amini Haddad  e a ouvidora da Mullher da Justiça Militar da União, Denise de Melo Moreira, participaram da sessão.

Artur Vidigal, um dos cinco ministros civis da Corte, exaltou a importância da lei para a proteção da dignidade da vítima no sistema de justiça, ressaltando, no entanto, que sua existência não deveria ser necessária. “Sua existência é o recado formal de um fracasso civilizatório”, discursou o ministro na tribuna do Plenário da Câmara, ao enfatizar que a vítima, quando entra em um tribunal, busca a reparação: “Ela deveria encontrar um santuário de acolhimento e não uma nova agressão”.

Presente na cerimônia, Mariana Ferrer, vítima de violência e revitimização durante o julgamento do seu caso, foi homenageada pelas autoridades e oradores presentes.  Ela concluiu neste semestre o curso de Direito e atualmente exerce cargo de assessora na presidência do STM.

A Diretora de Relações Internacionais da Associação Paulista do Ministério Públicao, Celeste Leite do Santos, destacou em sua fala que a lei é um divisor de águas na defesa da dignidade das vítimas. “Ela não apenas coíbe condutas abusivas em audiências, mas reafirma o compromisso do Estado brasileiro com um processo penal justo e respeitoso”.

A 2ª Audiência Pública do Observatório Pró-equidade, dedicada ao debate sobre atendimento humanizado às vítimas de violência, já mobiliza dezenas de instituições confirmadas para participação. Com o tema “Protocolos unificados de atendimento às vítimas de violência”, o encontro será realizado no dia 10 de dezembro, às 14h, no auditório do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília-DF. A iniciativa é promovida pelo Observatório Pró-Equidade da Justiça Militar da União.

Presidida pela ministra Maria Elizabeth Rocha, a audiência reunirá especialistas, representantes da sociedade civil e acadêmicos para discutir mecanismos e práticas que garantam atendimento digno, ágil e humanizado às vítimas de violência, fortalecendo políticas públicas integradas e interinstitucionais, em rede.

“A pretensão é unirmos toda a rede de assistência, com a institucionalização de uma inteligência habilitada à integração de todos os canais de atendimento às vitimas de violência, inclusive sob controle de acesso georreferenciado, para medidas urgentes e emergenciais”, esclarece a coordenadora do Observatório, juíza auxiliar da presidência Amini Haddad Campos.  

A atividade será estruturada em quatro eixos temáticos - segurança, justiça, saúde e assistência social- e contará com manifestações orais de 3 a 10 minutos, conforme edital. Contribuições  por escrito poderão ser enviadas até o dia 25 de novembro pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Todo material encaminhado será analisado pelo Grupo de Trabalho do Comitê.

Aberta ao público, a audiência terá transmissão ao vivo pelo canal do STM no YouTube, ampliando o alcance e a participação da sociedade civil no debate sobre políticas de atendimento às vítimas.

Conheça aqui a lista de inscritos:

 

Segurança

Adriana Romana Dolis Bierings

Delegada/Delegacia Especial de Atendimento à Mulher/Polícia Civil do Distrito Federal

João Bosco Rodrigues Silva Júnior

Delegado/Divisão de Repressão ao Tráfico de Pessoas e Contrabando de Migrantes/Polícia Federal

Luiz Augusto

Agente de Polícia/Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente/Polícia Civil do Distrito Federal

Renata Braz das Neves Cardoso

Tenente-Coronel da Polícia Militar do Distrito Federal/Chefe do Centro de Políticas de Segurança Pública da Polícia Militar do Distrito Federal

Sheila Carvalho

Secretaria de Acesso à Justiça/Ministério da Justiça

Valéria Martirena

Agente de Polícia/Delegacia da Criança e do Adolescente/Polícia Civil do Distrito Federal

Leandro Arbogast da Cunha

Coordenador-Geral de Políticas de Prevenção à Violência e à Criminalidade/Secretaria Nacional de Segurança Pública/Ministério da Justiça

Judicial

Ana Tereza Ribeiro Salles Giacomini

Promotora/Coordenadora da Casa Lilian/Ministério Público de Minas Gerais

Anne Teiva Auras

Defensora Pública do Estado de Santa Catarina

Alice Bianchini

Advogada

Carmela Grune

Advogada

Caroline de Paula Oliveira Piloni

Promotora JMU / Secretaria de Promoção do Direito das Vítimas /Procuradoria Geral da Justiça M

Catarina Orbage de Britto Taquary Berino

Professora de Direito da Mackenzie

Chimelly Louise de Resenes Marcon

Promotora de Justiça/Ministério Público do Estado de Santa Catarina

Clarisa Somesom Tauk

Juíza Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça / Juíza do TJSP

Davi Quintanilha Failde de Azevedo

Defensor Público do Estado de São Paulo

Emmanoel Arcanjo de Souza Gagno

Procurador / Núcleo de Apoio às Vítimas de Violência/Ministério Público do Espírito Santo

Eneida Orbage de Britto Taquary Berino

Professora de Direito da Mackenzie

Fernanda Barreto Naves

Procuradora do Trabalho / Coordenadoria de Promoção da Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho

Giselle Kirmse Rodrigues

Defensora Pública do DF

Hebert Batista Alves

Membro do Comitê dos Direitos da Pessoa com Deficiência em Âmbito Judicial do CNJ

Isabella Benitez Galves

Defensora Pública do Estado de São Paulo

Jaqueline Ferreira Gontijo

Promotora /Núcleo de Atenção às Vítimas/Ministério Público do Distrito Federal e Territórios

Liana Lidiane Pacheco Dani

Defensora Pública Federal

Liane Slobodian Motta Vieira

Presidente da Comissão de Apoio às Vítimas de Crimes / OAB/PR

Luciano Aragão

Procurador do Trabalho / Coordenador Nacional da Coordenadora Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Patrícia Siqueira

Promotora /Comitê de Defesa dos Direitos das Vítimas/Conselho Nacional do Ministério Público

Thaís Tarquínio Oliveira

Promotora /Núcleo de Atenção às Vítimas/Ministério Público do Distrito Federal e Territórios

Rafael Lessa Vieira de Sá Menezes

Defensor Público do Estado de São Paulo

Rafaela Mikos

Defensora Pública da União

Rafaela Ribeiro Mitre

Defensora Pública do Distrito Federal

Ramona Anchieta

Promotora  do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios

Roberta Ferme

Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional do CNJ / Juíza do Trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região

Saúde

Gabriella Bonifácio

Coordenação-Geral de Demandas de Órgãos Externos da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde

Giselle Crosara Lettieri

Advogada do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal

Helga Regina Bresciani

Conselheira do Conselho Federal de Enfermagem

Mércia Gomes Oliveira de Carvalho

Consultora de Promoção da Saúde do Conselho Nacional de Secretários de Saúde

Natasha Slhessarenko

Médica

Ricardo Weibe Tapeba

Secretaria de Saúde Indígena/Ministério da Saúde

Aline Albuquerque Sant´anna de Oliveira

Advogada Pública da União/Ministério da Saúde

Assistência Social

Denise Argemi

Coordenadora Nacional - Estados Gerais das Mulheres - Brasil (Bancos Vermelhos Oficial)

Giselle Ferreira

Secretaria da Mulher do Distrito Federal

Leonardo Vianna

Diretor de Assistência Social da Marinha