ALINE DIAS PAZ ROGERS
CNJ lança jogo “Equipe de Respeito” desenvolvido em parceria com a Comprev-JMU
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou nesta semana, durante o Encontro das Comissões de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação, o jogo “Equipe de Respeito”, uma nova ferramenta de capacitação desenvolvida para apoiar o trabalho das Comissões em todo o país. A apresentação oficial foi conduzida pela juíza federal da Justiça Militar Natascha Maldonado, que destacou o caráter inovador da iniciativa.
O jogo é fruto de uma parceria entre a Justiça Militar da União (JMU) e o CNJ, e foi desenvolvido por uma equipe formada por membros da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação da JMU (Comprev-JMU), além de servidores e colaboradores terceirizados de diversos tribunais brasileiros, indicados pelo Conselho.
Voltado especificamente aos membros das Comissões, o “Equipe de Respeito” busca fortalecer a segurança e a confiança dos profissionais no atendimento às notícias de assédio e discriminação. Para isso, utiliza um método de letramento lúdico que combina storytelling e tomada de decisões, permitindo que os usuários vivenciem situações simuladas e aprendam a lidar com elas de maneira prática e contextualizada.
O jogo é multiplataforma — pode ser acessado por smartphone, tablet ou computador — e não exige download: basta acessar o QR code. Ao longo da experiência, os participantes recebem feedbacks educativos, que reforçam o aprendizado e contribuem para a formação contínua dos integrantes das Comissões.

Sessão Especial de Despedida do ministro Odilson Sampaio Benzi acontece nesta quarta
O Superior Tribunal Militar (STM) realiza nesta quarta-feira (19), às 16h, a Sessão Especial de Despedida do ministro Odilson Sampaio Benzi, em virtude de sua aposentadoria.
O ministro Benzi tomou posse no STM em 2014 e ocupa uma das quatro cadeiras destinadas ao Exército Brasileiro, conforme previsto na Constituição Federal.
O general de Exército Flavio Marcus Lancia Barbosa, cuja indicação foi aprovada pelo Senado Federal no último dia 12, assumirá a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Benzi. O militar aguarda agora o ato de nomeação por parte do Presidente da República. A posse deve ocorrer ainda este ano.
A Sessão Especial de Despedida será transmitida ao vivo pelo canal do STM no YouTube.
STM recebe Prêmio de Equidade Racial no Poder Judiciário
O Superior Tribunal Militar (STM) foi um dos agraciados do 2º Prêmio de Equidade Racial do Poder Judiciário, conquistando o terceiro lugar no eixo Desempenho. A cerimônia de entrega ocorreu nesta segunda-feira (17), na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília.
O tribunal foi representado pelo vice-presidente e corregedor, ministro Francisco Joseli Parente Camelo, e pela juíza auxiliar da Presidência e coordenadora do Comitê Pró-Equidade e de Políticas Antidiscriminatórias do STM, Amini Haddad.
A premiação reconheceu as cortes brasileiras por suas ações e práticas no combate ao racismo estrutural e na promoção da igualdade racial dentro do sistema judiciário.
Presidente do CNJ e do Supremo Tribunal de Justiça (STF), o ministro Edson Fachin abriu o evento e afirmou a importância de o Conselho cumprir o dever de contribuir na construção de uma sociedade mais justa e solidária, sem discriminação.
O magistrado apontou que o racismo estrutural está na vida concreta da sociedade brasileira e elogiou os 13 tribunais premiados, que agem para garantir a equidade na Justiça e refletir a diversidade da sociedade. “Esse prêmio é um selo de responsabilidade. A presença de pessoas negras na magistratura, nas chefias e nos quadros de servidoras e servidores não é uma concessão, é condição sem a qual a legitimidade democrática do Judiciário não se instala plenamente”, pontuou.
A premiação, organizada em dois eixos, busca valorizar iniciativas concretas de enfrentamento ao racismo estrutural no Judiciário. A categoria Boas Práticas reconhece ações e programas inovadores desenvolvidos pelos tribunais, enquanto Desempenho avalia quantitativamente os resultados por meio do Indicador de Desempenho na Promoção da Equidade Racial (Iper).
O instrumento mensura a representatividade de pessoas negras em cargos de magistratura, servidores e funções de chefia, além de considerar a participação em comitês e eventos institucionais. Também são pontuadas ações como capacitações em equidade racial, campanhas de conscientização, canais de denúncia e programas de incentivo à diversidade.
No eixo Desempenho, o primeiro lugar foi dividido entre o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) e o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), ambos com 100% da pontuação relativa. No eixo Desempenho, o segundo lugar foi atribuído ao Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) e o terceiro ao Superior Tribunal Militar (STM), único agraciado entre os tribunais superiores.
O Prêmio Equidade Racial integra o Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial, iniciativa do CNJ que contou com a participação de 89 tribunais de todo o país.
As ações do STM
O Indicador de Desempenho na Promoção da Equidade Racial (Iper), regulamentado pelo CNJ, mede o comprometimento dos órgãos do Poder Judiciário no combate ao racismo e à discriminação racial e avalia o desempenho com base em critérios como a representatividade de servidores e magistrados negros em diversos níveis e a qualidade de ações afirmativas, como capacitações e eventos com palestrantes negros.
Com base nesse indicador, o STM aprimorou suas ações, que resultaram na premiação do CNJ.
Abaixo, alguns dos resultados apresentados pela Justiça Militar da União:
- Composição de Comissões e Comitês: entre os 44 Comitês e Comissões, 32 mantém pessoas negras em sua composição.
- Eventos com palestrantes negros: no período analisado pelo CNJ, foram realizados 18 eventos com 89 palestrantes, sendo que 31 eram negros.
- Eventos de sensibilização: na Primeira Instância foram realizadas Rodas de Conversas sobre questões raciais, com a participação direta de 119 servidores e magistrados.
- A ministra-presidente, Maria Elizabeth Teixeira Rocha, em um dos primeiros atos de sua gestão, em 25 de abril, recebeu em seu gabinete 25 lideranças Indígenas, que apresentaram as necessidades de seus povos e suas perspectivas.
- 389 servidores realizaram curso de Letramento Racial.
- O STM produziu e veiculou em seus canais de comunicação internos e externos, e nas redes sociais campanhas de orientações contra o racismo e a discriminação, como a “Semana de Letramento Racial JMU” e “Antirracismo na Prática JMU”.
- O STM passou a fazer parte da Rede Equidade, composta por mais de 40 instituições públicas que buscam promover a diversidade e a inclusão por meio de ações conjuntas.
Fonte: STM com CNJ

STM promove o Seminário “Formas Inovadoras de Combate à Violência: A Importância da Defesa para a Garantia dos Direitos Humanos”
O Superior Tribunal Militar promove, no próximo dia 24, o Seminário Internacional “Formas Inovadoras de Combate à Violência: A Importância da Defesa para a Garantia dos Direitos Humanos”, na sede do Tribunal, em Brasília, das 13:30 às 18:00.
O evento marca o lançamento do Programa Diálogos Globais, iniciativa do Comitê de Governança e Relações Internacionais que visa aproximar o STM de instituições e especialistas nacionais e estrangeiros, fomentando o intercâmbio técnico, acadêmico e institucional sobre temas estratégicos de defesa, governança e direitos humanos.
O seminário reunirá magistrados, servidores, militares, acadêmicos, diplomatas e especialistas em geopolítica, defesa e direitos humanos para um debate plural e estratégico sobre o papel transformador da Justiça no século XXI.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui: INSCRIÇÕES.
Programa Diálogos Globais
Num contexto global em transformação, em que as fronteiras entre segurança, justiça e dignidade humana se entrelaçam, o Programa Diálogos Globais surge como um espaço permanente de reflexão e cooperação internacional, reforçando o papel da Justiça Militar da União na construção de instituições mais transparentes, eficazes e humanizadas, alinhadas ao ODS 16 da Agenda 2030 das Nações Unidas.
Participe do Seminário. A Justiça é global — e começa no diálogo.
Presidente do STM participa de painel sobre democracia em evento no STF
Em uma palestra sobre o papel da democracia na sociedade, nesta terça-feira (11/11), no Supremo Tribunal Federal (STF), a presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministra Maria Elizabeth Rocha, usou o tradicional conceito a respeito das democracias - "a despeito das eventuais vicissitudes, ainda se afigura como o melhor dos regimes" - para reafirmar que é o sistema político que permite alternância do poder, o sufrágio, a liberdade de expressão e as inúmeras garantias fundamentalizadas em prol dos cidadãos.
"Por outras palavras, a democracia não é forma de governar perfeita ou que agrade por completo, mas soa bastante convincente na medida em que, sem dúvida alguma, é a que mais atende às expectativas do homem enquanto ser coletivo. Suas vantagens superam as desvantagens e, a despeito de suas imperfeições, um Estado democrático é extremamente saudável à vida cidadã digna e plena", afirmou a ministra, concluindo: "Até porque quais seriam as alternativas?".
Ela abriu o painel “A democracia está em risco?”, parte da programação da 5ª Semana Victor Nunes Leal, que aconteceu na Biblioteca do STF e contou com a participação do ministro aposentado do STF Carlos Ayres Britto e o ex-ministro da Justiça Torquato Jardim.
Em sua fala, a ministra Maria Elizabeth explanou sobre as novas formas de participação popular na sociedade moderna, a partir do uso disseminado da internet, que, na sua opinião, promoveu uma reconfiguração dessa participação, redefinindo os rumos da democracia e o desenvolvimento do constitucionalismo.
“É inegável a abertura de novos espaços de discussão propiciados pelas mídias eletrônicas e pela reinvenção da participação cidadã no debate público, inaugurando locus de reivindicações e de contestações cívicas exercidas no ambiente privado", afirmou, destacando a importância de novos espaços de debate e novas redes de comunicação em prol da democracia: "Por meio delas, há maior visibilidade das insatisfações no debate público aberto. É inolvidável que, nas democracias contemporâneas, os cidadãos adquiriram novo lugar para se expressarem: o espaço cibernético. Ele possibilitou a difusão de gestos de natureza cívica, social, cultural, política e econômica conectados ao Estado".
Mas ressaltou: “Por óbvio, estou a me referir às boas práticas digitais e não aos discursos de ódio perpetrados no anonimato da rede mundial de computadores. Contudo, até esses merecem análise sociológica porque são resultado do descrédito do regime representativo e da insuficiência da integração – em sua dimensão ética e moral – entre Estado e cidadão.
Para Maria Elizabeth, essa dissensão não deve provocar rupturas constitucionais ou quebra do pacto político: “Antes, compete aos atores divergentes respeitar o Contrato Social sob pena de conspurcar conquistas arduamente alcançadas ao longo da historiografia pátria”.
O evento faz parte das atividades do Instituto voltadas à promoção do pensamento jurídico e à valorização do legado de Victor Nunes Leal, jurista brasileiro que integrou do STF e é importante referência na defesa do Estado de Direito e da ética pública.

Presidente do STM é homenageada no Rio Grande do Sul
A ministra Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), foi uma das autoridades homenageadas, na última quinta-feira (06/11), no ato de celebração de 20 anos de criação do Jornal Estado de Direito, uma publicação de Porto Alegre (RS) que promove ideias e ideais de cidadania e dos direitos humanos, com destaque para a disseminação do Direito no cotidiano das pessoas.
A ministra foi representada no evento pela Assessora Parlamentar do STM, Helga Jucá, que recebeu, em seu nome, a placa comemorativa aos “20 anos de Resistência, Saber e Justica”. Também foram homenageadas no evento a desembargadora Tânia Reckziegel e a assessora Jessica Fachin, ambas da assessoria jurídica da presidência do tribunal.
A equipe do STM foi recepcionada pela criadora do jornal Estado de Direito, a advogada e jornalista Carmela Grüne, em uma comemoração que reuniu personalidades do Direito, magistrados e autoridades públicas do Rio Grande do Sul, entre eles Silvio Venosa, um dos mais respeitados juristas do Brasil, e o desembargador federal Rogério Favreto.
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STM conquista 3º lugar no Prêmio de Equidade Racial do Poder Judiciário
O Superior Tribunal Militar (STM) conquistou o terceiro lugar na categoria Desempenho na 2ª edição do Prêmio Equidade Racial do Poder Judiciário. A iniciativa reconhece e valoriza ações dos tribunais que promovem a equidade racial e enfrentam o racismo institucional, com incentivo a práticas inovadoras e sustentáveis para um sistema de justiça mais inclusivo, representativo e comprometido com a diversidade. O resultado foi anunciado na sexta-feira (26) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Integrado ao Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial e instituído pela Resolução CNJ n. 519/2023, o prêmio foi estruturado em duas categorias: boas práticas e desempenho.
Esta última considerou o comprometimento dos tribunais com a diversidade racial em sua composição e em suas atividades institucionais. O Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP) e o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) empataram tecnicamente e receberam o primeiro lugar. O segundo colocado foi o Tribunal de Justiça do de Roraima (TJRR) e o Superior Tribunal Militar ocupou a terceira colocação, sendo o único tribunal superior a figurar na premiação.
Na categoria Boas Práticas, foram premiadas quatro ações desenvolvidas para o enfrentamento do racismo e a promoção da equidade racial. O primeiro colocado foi o Tribunal Regional da 1ª Região (TRT 1). Empatados tecnicamente, conquistaram o segundo lugar o Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI) e o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT 4). Já o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), conquistou a terceira colocação.
A 2ª edição do Prêmio Equidade Racial contou com a participação de 89 tribunais de todo o país. Na Categoria Boas Práticas, a avaliação contemplou projetos cadastrados no eixo Equidade Racial do Portal CNJ de Boas Práticas do Poder Judiciário. Já na Categoria Desempenho, os critérios analisaram, entre outros, a representatividade de pessoas negras nos tribunais, capacitações em equidade racial e programas de incentivo à capacitação de pessoas negras para ingresso na magistratura com base no Iper, que mede avanços institucionais em diversidade e inclusão.
A apuração dos resultados foi conduzida pelo Comitê Executivo do Fórum Nacional de Equidade Racial (Fonaer), com apoio técnico do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ) e do Programa Justiça Plural, parceria entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Para a secretária geral do CNJ, Adriana Cruz, o prêmio se consolida como um espaço de valorização de práticas que enfrentam o racismo e fortalecem o compromisso do Judiciário com a diversidade. “Com a realização da segunda edição, o Prêmio de Equidade Racial dá visibilidade e fortalece a legitimidade de iniciativas em todos os tribunais brasileiros que, muitas vezes de maneira pioneira, vêm mudando a realidade da promoção de políticas judiciarias raciais que visam um futuro mais igualitário”, afirma.
Com informações do CNJ
CNJ e STM promovem "Mulheres na Justiça: Novos Rumos da Resolução CNJ n.255"
Nos dias 25 e 26 de setembro de 2025, o Conselho Nacional de Justiça, em parceria com o STM, realiza a 4ª edição do “Mulheres na Justiça: Novos Rumos da Resolução CNJ n.255”.
O evento, que acontece no CNJ, em Brasília, tem como objetivo fortalecer e propor aperfeiçoamentos concretos à Política de Incentivo à Participação Institucional Feminina, abordando as necessidades, desafios e anseios que impactam a atividade profissional das mulheres no Poder Judiciário (magistradas, servidoras, terceirizadas, estagiárias e voluntárias).
O encontro contará com painéis expositivos e oficinas temáticas, coordenadas por magistradas e servidoras. Nas oficinas, serão apresentadas propostas que integrarão a “Carta de Brasília pela Igualdade de Gênero no Poder Judiciário”, destinada ao Comitê de Incentivo à Participação Feminina.
Na oficina “Cite uma Mulher”, haverá espaço para a apresentação de produções científicas, dando visibilidade ao protagonismo feminino na pesquisa.
Para conhecer a programação do evento e fazer a sua inscrição, acesse: https://www.cnj.jus.br/agendas/mulheres-na-justica-novos-rumos-da-resolucao-cnj-n-255-4a-edicao/
Veja o convite feito pela presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha:
Inscrições abertas para o XIX Seminário de Direito Militar da Guarnição de Santa Maria
Nos dias 24 e 25 de setembro acontece a 19ª edição do Seminário de Direito Militar da Guarnição de Santa Maria e a VI Jornada Acadêmica de Estudos de Direito Militar da Faculdade Palotina (FAPAS). Neste ano, o evento é organizado pela 3ª Divisão de Exército, pela FAPAS e pela 3ª Auditoria da 3ª Circunscrição Judiciária Militar.
Com foco na atualização sobre o direito militar e o cenário jurídico nacional, o evento tem como público-alvo integrantes das Forças Armadas e Auxiliares, estudantes universitários e operadores do Direito. O Seminário também homenageará o juiz federal da Justiça Militar Celso Celidonio.
As palestras ocorrerão no Auditório da FAPAS. A participação é gratuita e todos os inscritos terão direito a certificado.
Para mais informações sobre a programação e inscrições, os interessados devem acessar https://www.fapas.edu.br/.

Inscrições abertas para o XIX Seminário de Direito Militar da Guarnição de Santa Maria
Nos dias 24 e 25 de setembro acontece a 19ª edição do Seminário de Direito Militar da Guarnição de Santa Maria e a VI Jornada Acadêmica de Estudos de Direito Militar da Faculdade Palotina (FAPAS). Neste ano, o evento é organizado pela 3ª Divisão de Exército, pela FAPAS e pela 3ª Auditoria da 3ª Circunscrição Judiciária Militar.
Com foco na atualização sobre o direito militar e o cenário jurídico nacional, o evento tem como público-alvo integrantes das Forças Armadas e Auxiliares, estudantes universitários e operadores do Direito. O Seminário também homenageará o juiz federal da Justiça Militar Celso Celidonio.
As palestras ocorrerão no Auditório da FAPAS. A participação é gratuita e todos os inscritos terão direito a certificado.
Para mais informações sobre a programação e inscrições, os interessados devem acessar https://www.fapas.edu.br/.
