Natural de Lisboa - Portugal
Nomeado (a): 08.10.64
Data de Posse 08.10.64
Nascimento - Em 30 de julho de 1808, em Lisboa - Portugal. Filiação - José Vitorino de Barros e Maria Izabel de Barros.
Nomeado Conselheiro de Guerra em 08 de outubro de 1864.
Títulos Nobiliárquicos - Barão de Inhaúma, e posteriormente elevado a Visconde, em 27 de setembro de 1867.
Falecimento - Em 08 de março de 1869, no Rio de Janeiro. Foi sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier.
Assentou praça de Aspirante a Guarda-Marinha em 20 de novembro de 1822.
Foi promovido a Guarda-Marinha em 11 de dezembro de 1823, e em 16 de janeiro do ano seguinte embarcou para o nau D. Pedro I e nela fez a campanha de Pernambuco, Ceará e Maranhão até total pacificação destas províncias em princípios de 1825.
Passou a Segundo-Tenente em 22 de janeiro desse ano, e em julho seguinte foi para o Rio da Prata, como oficial imediato do patacho Pará, onde entrou nos combates de 07 de fevereiro de 1826, da Colônia do Sacramento desde 26 desse mesmo mês até 14 de março.
Em 1844, a 15 de março, foi promovido a Capitão de Fragata. Não podendo viver de acordo com o seu colega comandante das forças navais, pediu e obteve demissão dos lugares que exercia, sendo também demitido o dito comandante das forças.
Em 14 de março de 1849 foi promovido a Capitão de Mar e Guerra.
A 26 de maio de 1850 tomou conta da inspeção do Arsenal de Marinha da Corte, em que serviu até 14 de novembro de 1854.
Em 1852, foi promovido a Chefe de Divisão, e em 1854, depois de grave moléstia e de acurado tratamento, foi removido para o lugar de Capitão do porto da corte e província do Rio de Janeiro.
A 02 de novembro de 1855 foi nomeado encarregado do Quartel-General da Marinha, cargo que exerceu até 21 de novembro tendo sido promovido a Chefe de Esquadra em 02 de dezembro de 1856.
Em agosto de 1858 foi nomeado membro efetivo do Conselho Naval, onde serviu sempre o lugar de Vice-Presidente. Foi Presidente da Comissão de presas desde janeiro de 1856 e dos Conselhos de Administração e de Compras. Outras muitas comissões científicas, econômicas e administrativas lhe foram confiadas, na gestão das quais se houve com tanto acerto e inteligência, que delas se lhe mandou lançar notas honrosas em seus assentamentos.
Por decreto de 02 de março de 1861 foi nomeado Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha, cabendo-lhe mais a honra de acumular a interinidade da Pasta dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, ministério de que foi o primeiro encarregado, visto como a essa época começava o seu exercício.
Condecorações

